Vencedora de Melhor Artista Pop e Melhor Lançamento Pop no BTG Pactual da Música Brasileira, Luedji amplia uma trajetória de reconhecimento que inclui troféus no Grammy Latino, Prêmio Multishow, APCA, Prêmio Miguel Arcanjo e Tenho Mais Discos Que Amigos, reafirmando seu protagonismo na música brasileira atual
A cantora e compositora Luedji Luna foi um dos grandes destaques da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, realizado na última quarta-feira (10), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A artista soteropolitana saiu da cerimônia como a maior vencedora individual da noite, levando para casa dois troféus na categoria Pop.
Luedji venceu como Melhor Artista Pop e também conquistou o prêmio de Melhor Lançamento (Pop) com o álbum “Antes Que a Terra Acabe” (2025). O reconhecimento ganha ainda mais força pelo fato dela disputar a categoria com dois trabalhos distintos, já que também concorria com “Um Mar Pra Cada Um,” reafirmando a potência criativa de uma fase especialmente premiada de sua trajetória.
"Fico muito feliz em ver trabalhos nascidos de processos tão intensos sendo acolhidos dessa forma. Divido esse reconhecimento com toda a equipe que sonhou esses projetos comigo e com o público que acompanha e fortalece a minha caminhada. Esses encontros me lembram por que escolhi fazer música e reforçam a responsabilidade e a beleza de seguir criando", comentou.
Os troféus chegam em um momento de ampla consagração artística. Em 2025, Luedji Luna apresentou ao público “Um Mar Pra Cada Um,“ seu quarto álbum de estúdio, um trabalho que mergulha nas nuances do desejo e propõe novas narrativas para as vivências amorosas de mulheres negras. O disco conquistou o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Portuguesa Brasileira.
A cerimônia homenageou Cazuza e reuniu apresentações inéditas de artistas como Seu Jorge, Ney Matogrosso, Ludmilla, Marina Sena, Luísa Sonza, Simone e Maneva. Em meio a uma das noites mais importantes do calendário da música brasileira, a cantora teve seu trabalho celebrado em duas das principais categorias da premiação.
No mesmo ano, em um intervalo de apenas 17 dias, a artista lançou também “Antes Que a Terra Acabe”, projeto que encerra a trilogia do amor iniciada com “Bom Mesmo É Estar Debaixo D'Água” e seu deluxe. Transitando entre o jazz, o neo-soul e a música brasileira, o álbum reúne participações de Nubya Garcia, Kamasi Washington, Liniker, Tali e Beatriz Nascimento.
Além do reconhecimento no BTG Pactual da Música Brasileira, Luedji Luna acumula vitórias em algumas das mais importantes premiações culturais do país, como Prêmio Multishow, o Prêmio APCA, o Prêmio Miguel Arcanjo e o prêmio de Álbum MPB do Ano, concedido pelo Tenho Mais Discos Que Amigos, consolidando uma trajetória marcada pela excelência artística e pelo impacto cultural de sua obra.
Mais recentemente, apresentou ao público o álbum "Acústico Luedji Luna", projeto que revisita diferentes momentos de sua trajetória em versões intimistas e interpretações inéditas. Nesta sexta-feira, 12 de junho, a artista amplia essa experiência com o lançamento do audiovisual completo do trabalho, que estreia às 12h no YouTube.
Gravado no histórico Cine Copan, em São Paulo, antes mesmo da reabertura oficial do espaço ao público, o registro transforma o repertório em uma experiência visual marcada pela delicadeza e pela força interpretativa da artista. Fechado desde a década de 1980 e localizado no emblemático edifício projetado por Oscar Niemeyer, o Cine Copan vive um processo de retomada cultural com reabertura definitiva prevista para 2027. O acústico de Luedji Luna foi uma das primeiras produções artísticas a ocupar o local neste novo capítulo de sua história, conferindo ao projeto um caráter inédito e simbólico.
Sobre Luedji Luna
Cantora e compositora, Luedji Luna nasceu em Salvador e estudou música na Escola Baiana de Canto Popular. Aos 37 anos, já coleciona três álbuns, diversas indicações e prêmios, além de se tornar referência da música popular brasileira contemporânea. Voz ativa na militância racial e feminista, Luedji Luna mergulha em sua ancestralidade e traz em sua arte mensagens fortes de luta, crenças, profundidade e amor.
Seu primeiro álbum “Um Corpo no Mundo” (2017) a consagrou na cena nacional e rendeu os primeiros destaques em premiações, festivais e mídia. Em 2021, lançou “Bom Mesmo É Estar Debaixo D'água" que, entre tantas nomeações e topos de listas globais, a levou para a indicação de “Melhor Álbum de MPB” do Grammy Latino 2021. O álbum ganhou uma versão deluxe em 2022, onde a artista explora sonoridades como o neo soul, R&B e jazz. Com 10 faixas autorais, também apresenta parcerias com compositores já conhecidos em seus trabalhos anteriores.
Em 2024, Luedji Luna deu voz ao tema de abertura da novela “Renascer” exibida pela Rede Globo. A artista também realizou sua primeira apresentação no festival Rock in Rio, que aconteceu em setembro deste mesmo ano. Luedji subiu ao palco Sunset no dia 20, data em que o festival contou apenas com atrações femininas, convidando Tássia Reis e Xênia França - com quem dividiu “Lua Soberana”, tema da novela - para uma noite de muita música e celebração. Também lançou a festa Manto da Noite, onde entrou como CEO e curadora, com o objetivo ser um contraponto dos eventos/festivais no Brasil, para um público mais nichado.
Em 2025, apresentou ao mundo “Um Mar Pra Cada Um”, seu quarto disco de estúdio que mergulha fundo nas nuances do desejo, buscando romper com o estereótipo de dor associado aos relacionamentos de mulheres negras - o projeto ganhou na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Portuguesa Brasileira” no Grammy Latino 2025. No mesmo ano, em um intervalo de 17 dias, lançou o álbum “Antes Que A Terra Acabe". O álbum encerra a trilogia do amor iniciada com os discos “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água” e seu deluxe enquanto passeia por ritmos como jazz e neo-soul, contando com as participações de Nubya Garcia, Kamasi Washington, Liniker, Tali, e Beatriz Nascimento. O período também foi marcado por uma série de reconhecimentos que consolidaram a artista entre os principais nomes da música brasileira contemporânea. Além do Grammy Latino, Luedji venceu o Prêmio Multishow, o Prêmio APCA, o Prêmio Miguel Arcanjo e o prêmio de Álbum MPB do Ano pelo Tenho Mais Discos Que Amigos. Em 2026, foi a maior vencedora individual do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, conquistando os troféus de Melhor Artista Pop e Melhor Lançamento Pop com o álbum “Antes Que a Terra Acabe”.
A cantora conta, ainda, com participações em projetos musicais reconhecidos globalmente, como o Colors e o Tiny Desk com Afropunk. Mais recentemente, lançou o álbum “Acústico Luedji Luna” e apresenta, nesta sexta-feira, o audiovisual do projeto, gravado no histórico Cine Copan, em São Paulo, antes mesmo da reabertura oficial do espaço ao público.



